Cada pessoa possui um grau de resiliência, ou seja, a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. Esta capacidade varia de acordo com a flexibilidade mental e experiência individual, dosada de otimismo...a certeza que tudo passa.
A cada situação negativa vivida, a pessoa resiliente tem a chance de recompor-se, adaptando-se e moldando-se à nova realidade, buscando atribuir sentido ao seu "sofrimento" a fim de enxergar algum benefício naquela circunstância.
Ninguém disse que é fácil. É exercício contínuo.
A superação faz parte da construção do ser, ser pessoa.
A superação faz parte da construção do ser, ser pessoa.
Não nos damos conta do quanto somos capazes de tal proeza, porque muitas vezes valorizamos demais o sofrimento, lambendo as próprias feridas.
Viktor Frankl em seu livro "Em busca de sentido" relata sua experiência real como detento de um campo de concentração no qual descreve seu método psicoterapêutico de como encontrar em uma situação extrema, razão para sobreviver.
Qual o segredo?
Foco, observação e determinação.
Talvez aí entre a lei do desapego...soltar, entregar, deixar ir, deixar partir, fluir, viver no presente, sem o peso do passado. Saber sim da nossa finitude, saber que somos passageiros, sem posses, sem medos e sem culpas.
Dar espaço ao novo requer coragem.
Assumir responsabilidade por nossas escolhas, sem medo.
Pois os sábios já diziam: " Em todo beco sem saída existe uma passagem secreta."
Concluo que sim...somos uma possibilidade.

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